Uma simulação de referência para avaliar se o leasing tem aderência ao seu processo — e para entender a diferença entre as duas modalidades que realmente mudam a decisão. Não é uma proposta de crédito.
Leasing — ou arrendamento mercantil — é um contrato em que sua empresa usa um equipamento pagando uma contraprestação mensal por um prazo definido, sem imobilizar o valor total de compra no caixa. No fim do contrato, o que acontece com o equipamento depende da modalidade escolhida — e é aí que mora a decisão que importa.
Antes de simular a parcela, vale entender as duas modalidades: elas parecem parecidas, mas levam a resultados opostos sobre a posse do bem e sobre o que sobra de valor no final.
Mais próximo de um financiamento. A intenção, desde o início, é ficar com o bem ao final.
Mais próximo de uma locação. A intenção é usar durante o ciclo e renovar depois.
Informe os dados do equipamento. A simulação mostra, lado a lado, como ficaria em cada modalidade — para você sentir a diferença de parcela e de custo total.
Revele os valores e receba a leitura da nossa equipe sobre qual modalidade se encaixa melhor no seu caso.
Diluir o desembolso em parcelas libera caixa que ficaria imobilizado numa compra à vista. O ganho real depende de quanto esse capital renderia aplicado no seu negócio — algo que só a sua área financeira consegue dimensionar.
A contraprestação do leasing costuma ter tratamento fiscal próprio, diferente da depreciação de um bem comprado. O impacto concreto depende do regime tributário da sua empresa — vale confirmar com seu contador antes de decidir.
No modelo operacional, a renovação já está contratada — o parque não envelhece parado esperando decisão de troca. Isso reduz o risco de operar com equipamento obsoleto por falta de planejamento.
No financeiro, o bem fica com você — e um dia precisará de destinação. No operacional, ele retorna ao arrendador. Nos dois casos, há um momento em que equipamento sai de uso e vira decisão de descarte ou revenda.